Política, religião e sexo (principalmente sexo!), os temas polêmicos por excelência, há muito tempo frequentam papos sociais, programas de TV, revistas nas bancas e aulas nas escolas.
Porém, enquanto convicções partidárias, orientações de fé e comportamentos íntimos são debatidos abertamente, finanças, riqueza, salários, investimentos e outros aspectos do dinheiro seguem como assuntos malvistos, considerados de mau gosto. Especialmente entre mulheres.
Para a elaboração deste livro, foram entrevistadas centenas de pessoas entre 18 e 70 anos de muitas cidades do país, com diferentes vivências e estruturas familiares. Perguntados sobre o que deveriam ter feito ou evitado fazer, no passado, para que hoje fossem ricos, os homens simplesmente responderam.
As mulheres, por outro lado, muitas vezes sentiram necessidade de diferenciar riqueza financeira de riqueza espiritual ou moral.
Além disso, sublinharam o mérito de terem se tornado quem são. Em relação a eles, elas estavam claramente menos à vontade com a ideia de acumular riqueza.
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